Archivos de la categoría viaxe 2014

UMA PARAGEM NOS AÇORES: A ILHA DE SÃO MIGUEL

Conselhos para fazer um percurso por livre num paraiso no meio do Atlántico

Lagoa das Sete Cidades
Lagoa das Sete Cidades

Com só 90 km de comprido,15 km de largo e uma população de pouco mais de 100.000 pessoas, na Ilha de São Miguel acumulam-se muitos lugares de interesse. De facto, nós decidimos dedicar-lhe só três dias a esta ilha e sem dúvida não foi suficiente. É todo um exemplo de um pequeno espaço com muito que fazer. Neste artigo, partilho com vocês conselhos para visitar por livre esta formosa ilha.

plantacion de té de Porto Formoso
Chá en Porto Formoso

VOAR NA SATA: UMA FORMA ECONÓMICA DE CHEGAR AOS AÇORES

Ponta Delgada é a cidade mais grande da Ilha e de todo os Açores, e nela está o maior aeroporto do arquipélago. De facto, nós chegamos ao seu aeroporto num voo direto desde Porto com a companhia açoriana SATA, que coneta diariamente os Açores com Lisboa e Porto, assim como com Boston e Toronto, já ao outro lado do Atlántico. É uma companhia a ter em conta pelo seu custo (fora da época alta podemos visitar esta ilha por menos de 100€) e pelas suas conexões económicas com o continente americano; além disso, é a companhia que utilizamos para irmos ate o Canadá em esta outra viagem que também partilho neste blogue (em galego e castelhano).

Furnas
Furnas

COMO IR DO AEROPORTO A PONTA DELGADA

Uma vez no aeroporto, a forma mais razoável de chegar ao centro da cidade é o táxi. Tem um preço único de 10€, que penso que é bastante razoável, sobretudo tendo em conta que não há outro tranporte público disponível coma o autocarro urbano. Os únicos autocarros que vimos no aeroporto são de transporte coletivo de hotéis, que tinham um custo por pessoa maior que o táxi, pelo que o descartamos.

Ponta Delgada
Ponta Delgada

PONTA DELGADA: A CAPITAL

Ponta Delgada é a população mais grande da ilha e conta com quase umas 70.000 pessoas, o que faz dela uma cidade tranquila. A sua vida gira por volta do trânsito do seu porto e do turismo; além disso, é aqui onde encontramos o maior número de hotéis, restaurantes e outros serviços necessários para o viajante.

Igreja Matriz de Ponta Delgada
Igreja Matriz de Ponta Delgada

Em Ponta Delgada temos também vários lugares de interesse. Entre as numerosas igrejas destaca a da Nossa Senhora da Esperança, onde está o Santo Cristo dos Milagres, um santo com grande devoção na ilha e ao que se lhe dedicam as maiores festas da capital. Depois das igrejas, podemos visitar também outros lugares como a porta da cidade, o forte de São Brás ou a Torre Sineira onde há uma boa panorâmica da cidade.

A Illa de San Miguel en coche
A Ilha de Sao Miguel de carro

UMA VOLTA PELA ILHA

Ainda que caminhar por Ponta Delgada é um prazer, o mais espetacular da ilha são sem dúvida as suas paisagens, assim que vos recomendo alugar um carro e fazer uma rota pela estrada que a rodeia. Começando na capital, e se saímos pela estrada direcção oeste, dirigimos-nos a uma das primeiras jóias da ilha: A Lagoa das Sete Cidades e o seu miradouro. A pouca distância (aqui tudo está perto) e de volta à costa, chegamos a Ponta da Ferraria, o ponto mais ocidental da ilha com o seu faro e as curiosas piscinas quentes naturais que aproveitam o calor do interior da terra.

Ponta da Ferraría
Ponta da Ferraría

Já de volta na ER1, a estrada que rodeia a ilha, dirigimos-nos agora em direcção leste à altura da Ponta da Bretanha e continuamos ate Ribeira Grande, outra importante localidade onde recomendo parar um bocadinho e aproximar-se ate á Ponta do Cintrão.

Costa Norte
Costa Norte

Se continuamos rodeando a ilha, e pouco depois de Ribeira Grande, passamos pela plantação de chá de Fonte Formoso, onde nos oferecem uma visita guiada gratuita do processo de elaboração do chá assim como uma desgustação do mesmo.

Chá de Porto Formoso
Chá de Porto Formoso

Dependendo do tempo disponível, aconselharia continuar a rota ate a parte mais ao leste da ilha, ate lugares como a Ponta da Madrugada. Se pelo contrário o viajante conforma-se com ver os pontos mais turísticos, seguirá ao interior ate a localidade de Furnas, onde pode tomar um banho termal. Perto de aqui está também a Lagoa das Furnas e os seus géiseres, que são utilizados mesmo para cocinhar o famoso Cozido das Furnas. Não muito longe, e se as nuvens o permitem, se nos aproximamos ao Miradouro do Salto do Cavalo, gozaremos de uma panorâmica impressionante.

Furnas
Furnas

Se voltamos de novo a Ponta Delgada é imprescindível deter-se também na Lagoa do Fogo, ainda que para ter uma boa panorâmica da mesma vamos necessitar também que as nuvens não nos ocultem a paisagem.

 

Esta rota em carro por volta da ilha levou-nos dois dias, ainda que recomendo se fosse possível, dedicar-lhe ao menos um par de dias mais para poder visitar mais localidades e gozar da tranquilidade com que vive a gente nestes lugares. Recomendo parar em algum bar que encontremos pelo caminho para falar com a gente local assim como dormir em alguma casa rural perdida pela ilha (esto último ficou-nos pendente para outra ocasião).

Furnas dende o Salto do Cabalo
Furnas desde o Salto do Cabalo

GUIA PRÁTICA E RECOMENDAÇÕES

Onde dormir: Nós dormimos todos os dias no Marina Lounge Hostel em Ponta Delgada, e foi sem dúvida uma boa eleição. Recomendo-o por tudo: profesionalidade, desenho, preço…e sobretudo pelos seus propietários Lino e António.

Onde comer: Como o hostel onde nós estábamos tinha cocinha não fomos comer muito pela cidade. Só jantamos fora uma noite, concretamente no Restaurante A Tasca, e foi uma muito boa eleição.

Onde alugar carro: Nós o fixemos com a empresa Euraçor, por recomendação dos proprietários do hostel. Bom preço e sem nengún problema.

Furnas
Furnas

Preços: Posso dizer que está mais ou menos ao mesmo nível que o Portugal continental, pelo que não se pode considerar um destino caro. Como exemplo, aqui deixo o que custan muitas coisas que pode necessitar um viajante para que podam fazer um orçamento:

Dormir: Quarto doble com pequeno-almoço e cocinha (Marina Longe Hostel) 46€ noite
Jantar no restaurante A Tasca de Ponta Delgada: 27,40€ duas pessoas
Aluguer de carro pequeno na empresa Euroaçor: 75€ dois dias seguro incluído
Uma cerveja: muito variable, entre 50 centimos a 1.5€ segundo o local
Um bolo de pan lévedo açoriano: 2.30€

Lagoa do Fogo
Lagoa do Fogo

Isto é tudo! E já sabem que como é habitual neste blogue, se têm alguma dúvida, querem deixar aqui algum conselho mais, ou simplesmente querem comentar ou partilhar uma experiência vossa similar, não duvidem em pôr um comentário.

VISITANDO LAS MONTAÑAS ROCOSAS DE CANADÁ

Guía práctica para disfrutar del paisaje y de la naturaleza canadiense en los Parques Nacionales de Jasper y Banff

Paisaxe a través da Estrada dos Glaciares
Paisaje a través de la Carretera de los Glaciares

LAS MONTAÑAS ROCOSAS

Como si fuera una columna vertebral desplazada hacia el Oeste de Norteamérica, las Rocosas son de los lugares más visitados de EEUU y Canadá por su paisaje y naturaleza salvaje. En esta nueva entrada de mi blog, comparto con vosotros un viaje por lo más genuino de estas montañas del lado canadiense, haciendo un recorrido por los lugares más hermosos y salvajes, acompañado de datos prácticos del viaje y fotos que hice durante mi visita a una de las zonas más hermosas de Canadá.

Cañón do Rio Maligne
Cañón del Rio Maligne

CÓMO LLEGAR

Podemos llegar a las Rocosas por avión aterrizando en aeropuertos próximos como el de Calgary o Edmonton, y también podemos llegar por carretera en coche en los típicos autobuses de la empresa Greyhound. Pero, sin duda alguna, pienso que la mejor forma de llegar no es ni más ni menos que a través del mítico tren Transcanadiense, que varias veces a la semana hace una parada en la localidad de Jasper. (En esta entrada cuento como fue nuestra experiencia en ese tren así como es posible encontrar un billete a un precio razonable).

Tótem en Jasper
Tótem en Jasper

CÓMO DESPLAZARSE

Desde luego, moverse en transporte público por las Rocosas no es la opción más recomendable por su escasez. Otra opción es utilizar las empresas que hacen excursiones organizadas, y que tampoco recomiendo por ser caras y por la falta de libertad. Por lo tanto, pienso que la mejor forma de desplazarse es alquilar un coche al ser el medio más rápido y que más libertad te da. Además, conducir por las Rocosas es un placer; y no sólo por el paisaje, sino por la ausencia de tráfico y la cantidad de sitio donde aparcar.

En coche pola Estrada dos Glaciares
En coche por la Carretera de los Glaciares

Ya en el coche, tenemos que tener cuidado con no apurar mucho el depósito de combustible, ya que puede haber muchísima distancia entre gasolineras y, sobre todo, tenemos que estar muy atentos a la fauna salvaje (a nosotros se nos cruzaron varios ciervos y tres osos). Otra cosa a tener en cuenta en el coche es el bajo precio de la gasolina y el coste del alquiler. El nuestro no resultó excesivamente caro (535$, unos 380€ una semana) teniendo en cuenta que fue temporada alta y una compañía de mucho prestigio.

Athabasca Falls
Athabasca Falls

QUÉ VER

Aunque la cadena montañosa de las Rocosas es enorme, pienso que para pasar una o dos semanas en este paraíso es suficiente con visitar los parques nacionales de Banff y Jasper. Los dos son impresionantes y cuentan con unos paisajes espectaculares y una buena infraestructura para conocerlos.

Lago Louise
Lago Louise

El Parque Nacional de Banff

El Parque Nacional de Banff es el más concurrido de los dos, y no porque sea el más hermoso, sino porque simplemente es el que está mejor comunicado y el que dispone de más promoción y servicios. El parque está lleno de picos de mucha altitud, lagos glaciares y cascadas, por lo que la mejor opción es hacerse con un mapa en una de sus oficinas de turismo y plantearse la ruta en función de los gustos de cada uno. Uno de los imprescindibles de este parque son los Lagos Louise y Moraine, y os puedo asegurar que vale la pena pasar el día paseando a su alrededor. Sin duda es un lugar único para disfrutar de los paisajes de las Rocosas.

Lago Moraine
Lago Moraine

Si por el contrario eres de los que disfrutan de los típicos pueblos llenos de turistas y tiendas de recuerdos (yo siempre intento evitarlos), puedes parar en la localidad de Banff, un lugar a tope de turistas y con precios altísimos que no recomiendo más que para dar un paseo, ya que para comer y dormir es mucho mejor la localidad vecina de Canmore.

Estrada a Edith Cavell
Carretera a Edith Cavell

El Parque Nacional de Jasper

Si lo que buscas es aún más naturaleza y una reducción muy considerable del número de turistas, recomiendo sin duda alguna el Parque Nacional de Jasper. El Lago Maligne, el Cañón del Maligne, las Athabasca Falls, el Lago Pyramid o Edith Cavell son lugares imprescindibles dentro del parque.

Lago Maligne
Lago Maligne

 

Bicis, ollo cos sendeiristas!
¡Bicis, ojo con los senderistas!

Aunque tenemos muchísimas más opciones, ya fuera para senderismo, btt, rafting o simplemente para disfrutar de las aguas termales, como en Miette Hot Springs.

La Icefields Highway: La Carretera de los Glaciares

La carretera que une las localidades de Jasper y Banff, y que discurre íntegramente por los dos parques nacionales, se considera una de las carreteras más hermosas del mundo, y la verdad es que no es para menos. Son más de 200 km realmente impresionantes, atravesando bosques, cañones de ríos, cascadas y hasta pasamos muy cerca del Glaciar de Athabasca.

A Estrada dos Glaciares
La carretera de los Glaciares
Glaciar Athabasca
Glaciar Athabasca
Retroceso do Glaciar Athabasca cos anos
Retroceso del Glaciar Athabasca con los años

Una ruta para hacer con calma, disfrutando de conducir y de los paisajes, aunque vigilando los animales que se nos cruzan y el combustible, ya que sólo hay una gasolinera en todo el recorrido. Una cosa a tener en cuenta al conducir por los parques nacionales de Canadá es la necesidad de comprar un pase para cruzarlos. Puede ser diario, pero si vamos a estar varios días compensa comprar el pase anual (136$, unos 96€)

Pola Estrada dos Glaciares
Por la Carretera de los Glaciares
Pola Estrada dos Glaciares
Por la Carretera de los Glaciares
Animais das Rochosas
Animales de las Rocosas

DÓNDE DORMIR

Si disfrutáis del camping estáis de suerte, ya que hay muchísimos, hasta en zonas muy aisladas. Si lo que queremos es pasar la noche en una cama la cosa se complica, especialmente en temporada alta, ya que hay cierta escasez y los precios aumentan mucho. De todas formas, podemos dormir en una habitación sin dejarnos una buena cantidad de dinero.

Lago Nakoda
Lago Nakoda

Para ello, pienso que cuando visitemos el Parque Nacional de Banff optemos por dormir en habitaciones compartidas en hostels y por lo contrario en la menos turística Jasper, podemos pasar la noche en uno de sus numerosos bed and breakfast a precios asequibles (en esta página podemos ver casi todos los de Jasper y su disponibilidad). Aquí pongo lo que nos costaron por noche los alojamientos en la visita a las Rochosas:

· Bed and Breakfast Seldom Inn (Jasper): 85$, 60€ aprox. Habitación doble con baño compartido. Muy recomendable
· Hotel Nakoda Lakeside Lodge (cerca de Canmore): 109$, 77€ aprox. Habitación doble con baño. Muy bonito, junto a un lago
· Hostel The Hostel Bear (Canmore): 71$, 50€ aprox. 2 personas en litera en habitación compartida con 6 personas. Muy ruidoso por estar la un paso de la vía del tren
· Bed and Breakfast En Ska (Jasper): 90$, 64€ aprox. Habitación doble con baño y cocina. Muy recomendable.

Osos nas Rochosas
Osos en las Rocosas

DÓNDE COMER Y BEBER

Como la comida en este país no es que sea muy buena, recomiendo siempre que fuera posible buscar alojamientos con cocina y así de paso ahorrar un poco. De todas formas, podemos comer desde unos buenos filetes pasando por pizzas y hamburguesas en muchos restaurantes y pubs en villas como Jasper o Canmore. Aquí os pongo un par de consejos:

· Whisttle Pub: Uno de los mejores y más populares sitios donde comer y beber en Jasper. Aquí podemos comer dos Cheese Burguer con patatas y tomar unas cervezas por poco más de 20$
· Rose and Crown Pub. Uno de los mejores lugares de Canmore para tomarse unas pintas y comer algo.

Lago Louise
Lago Louise

Pues esto es todo! Y ya sabéis que como es habitual en este blog, si tenéis alguna duda, queréis dejar aquí algún consejo más, o simplemente queréis comentar o compartir una experiencia vuestra similar, no dudéis en poner un comentario.

VISITANDO AS MONTAÑAS ROCHOSAS DO CANADÁ

Guía práctica para gozar da paisaxe e da natureza canadiense nos Parques Nacionais de Jasper e Banff

Paisaxe a través da Estrada dos Glaciares
Paisaxe a través da Estrada dos Glaciares

AS MONTAÑAS ROCHOSAS

Como se fose unha columna vertebral desprazada hacia ao Oeste de Norteamérica, as Rochosas son dos lugares máis visitados de EEUU e Canadá pola súa paisaxe e natureza salvaxe. Nesta nova entrada do meu blog, comparto con vos unha viaxe polo máis xenuino destas montañas do lado canadiense, facendo un percorrido polos lugares máis fermosos e salvaxes, acompañado de datos prácticos da viaxe e fotos que fixen durante a miña visita a unha das zonas máis fermosas de Canadá.

Cañón do Rio Maligne
Cañón do Rio Maligne

COMO CHEGAR

Podemos chegar ás Rochosas por avión aterrizando en aeroportos próximos como o de Calgary ou Edmonton, e tamén podemos chegar por estrada en coche ou nos típicos autobuses da empresa Greyhound. Pero, sen dúbida algunha, penso que a mellor forma de chegar non é nin máis nin menos que a través do mítico tren Transcanadiense, que varias veces á semana fai unha parada na localidade de Jasper. (En esta entrada conto como foi a nosa experiencia nese tren así como é posible encontrar un billete a un prezo razonable).

Tótem en Jasper
Tótem en Jasper

COMO DESPLAZARSE

Dende logo, moverse en transporte público polas Rochosas non é a opción máis recomendable pola súa escasede. Outra opción é utilizar as empresas que fan excursións organizadas, e que tamén non recomendo por ser caras e pola falta de liberdade. Polo tanto, penso que a mellor forma de desplazarse é alugar un coche ao ser o medio máis rápido e que máis liberdade te dá. Ademáis, conducir polas Rochosas é un pracer; e non só pola paisaxe, senón pola ausencia de tráfico e cantidade de sitio onde aparcar.

En coche pola Estrada dos Glaciares
En coche pola Estrada dos Glaciares

Xa no coche, temos que ter coidado con non apurar moito o depósito de combustible, xa que pode haber moitísima distancia entre gasolineiras e, sobre todo, temos que estar moi atentos á fauna salvaxe (a nós cruzáronsenos varios cervos e tres osos). Outra cousa a ter en conta no coche é o baixo prezo da gasolina e o custe do aluguer. O noso non resultou excesivamente caro (535$, uns 380€ unha semana) tendo en conta que foi temporada alta e unha compañía de moito prestixio.

Athabasca Falls
Athabasca Falls

QUE VER

Ainda que a cadea montañosa das Rochosas é enorme, penso que para pasar unha ou dúas semanas neste paraíso é suficiente con visitar os parques nacionais de Banff e Jasper. Os dous son impresionantes e contan cunhas paisaxes espectaculares e unha boa infraestructura para coñecelos.

Lago Louise
Lago Louise

O Parque Nacional de Banff

O Parque Nacional de Banff é o máis concurrido dos dous, e non porque sexa o máis fermoso, senón porque simplemente é o que está mellor comunicado e o que dispón de máis promoción e servizos. O parque está cheo de picos de moita altitude, lagos glaciares e fervenzas, polo que a mellor opción é facerse cun mapa nunha das súas oficinas de turismo e plantexarse a ruta en función dos gustos de cada un. Un dos imprescindibles deste parque son os Lagos Louise e Moraine, e pódovos asegurar que paga a pena pasar o día paseando ao seu redor. Sen dúbida é un lugar único para gozar das paisaxes das Rochosas.

Lago Moraine
Lago Moraine

Se pola contra es dos que gozan dos típicos pobos cheos de turístas e tendas de recordos (eu sempre tento de evitalos), podes parar na localidade de Banff, un lugar ateigado de turistas e con prezos altísimos que non recomendo máis que para dar un paseíño, xa que para comer e durmir é moito mellor a localidade veciña de Canmore.

Estrada a Edith Cavell
Estrada a Edith Cavell

O Parque Nacional de Jasper

Se o que buscas é aínda máis natureza e unha reducción moi considerable do número de turistas, recomendo sen dúbida algunha o Parque Nacional de Jasper. O Lago Maligne, o Cañón do Maligne, as Athabasca Falls, o Lago Pyramid ou Edith Cavell son lugares imprescindibles dentro do parque.

Lago Maligne
Lago Maligne

 

Bicis, ollo cos sendeiristas!
Bicis, ollo cos sendeiristas!

Aínda que temos moitísimas máis opcións, xa fose para sendeirismo, btt, rafting ou simplemente para gozar das augas termais, coma en Miette Hot Springs.

A Icefields Highway: A Estrada dos Glaciares

A estrada que une as localidades de Jasper e Banff, e que discurre íntegramente polos dous parques nacionais, considérase unha das estradas máis fermosas do mundo, e a verdade é que non é para menos. Son máis de 200 km realmente impresionantes, atravesando bosques, cañóns de ríos, fervenzas e ate pasamos moi preto do Glaciar de Athabasca.

A Estrada dos Glaciares
A Estrada dos Glaciares
Glaciar Athabasca
Glaciar Athabasca
Retroceso do Glaciar Athabasca cos anos
Retroceso do Glaciar Athabasca cos anos

Unha ruta para facer con calma, gozando de conducir e das paisaxes, aínda que vixiando os animais que se nos cruzan e o combustible, xa que só hai unha gasolineira en todo o percorrido. Unha cousa a ter en conta ao conducir polos parques nacionais de Canadá e a necesidade de comprar un pase para cruzalos. Pode ser diario, pero se imos estar varios días compensa comprar o pase anual (136$, uns 96€)

Pola Estrada dos Glaciares
Pola Estrada dos Glaciares
Pola Estrada dos Glaciares
Pola Estrada dos Glaciares
Animais das Rochosas
Animais das Rochosas

ONDE DURMIR

Se gozades do camping estades de noraboa, xa que hai moitísimos, ate en zonas moi ailladas. Se o que queremos é pasar a noite nunha cama a cousa se complica, especialmente en tempada alta, xa que hai certa escasede e os prezos aumentan moitísimo. De todos os xeitos, podemos durmir nunha habitación sen deixarnos unha boa cantidade de diñeiro.

Lago Nakoda
Lago Nakoda

Para elo, eu penso que cando visitemos o Parque Nacional de Banff optemos por durmir en habitacións compartidas en hostels e polo contrario na menos turística Jasper, podemos pasar a noite nun dos seus numerosos bed and breakfast a precios asequibles (en esta páxina podemos ver case todos os de Jasper e a súa disponibilidade). Aquí poño o que nos costaron por noite os aloxamentos na visita ás Rochosas:

· Bed and Breakfast Seldom Inn (Jasper): 85$, 60€ aprox. Habitación doble con baño compartido. Moi recomendable

· Hotel Nakoda Lakeside Lodge (preto de Canmore): 109$, 77€ aprox. Habitación doble con baño. Moi bonito, xunto a un lago

· Hostel The Hostel Bear (Canmore): 71$, 50€ aprox. 2 persoas en litera en habitación compartida con 6 persoas. Moi ruidoso por estar a un paso da vía do tren

· Bed and Breakfast En Ska (Jasper): 90$, 64€ aprox. Habitación doble con baño e cociña. Moi recomendable.

Osos nas Rochosas
Osos nas Rochosas

ONDE COMER E BEBER

Como a comida neste país non é que sexa moi boa, recomendo sempre que fose posible buscar aloxamentos con cociña e así de paso aforrar un pouco. De todos os xeitos, podemos comer desde uns bos filetes pasando por pizzas e hamburguesas en moitos restaurantes e pubs en vilas como Jasper ou Canmore. Aquí vos poño un par de recomendacións:

· Whisttle Pub: Un dos mellores e máis populares sitios onde comer e beber en Jasper. Aquí podemos comer dúas Cheese Burguer con patacas e tomar unhas cervexas por pouco máis de 20$

· Rose and Crown Pub. Un dos mellores lugares de Canmore para tomarse unhas pintas e comer algo.

Lago Louise
Lago Louise

Pois isto é todo! E xa sabedes que como é habitual neste blog, se tedes algunha dúbida, queredes deixar aquí algún consello máis, ou simplemente queredes comentar ou compartir unha experiencia vosa similar, non dubidedes en poñer un comentario.

EL TRANSCANADIENSE: CRUZAR CANADÁ EN TREN

Guía práctica de un viaje de Toronto a Vancouver en el mítico tren Transcanadiense.

O Transcanadiense
El Transcanadiense

¿POR QUÉ EN TREN?

Todos sabemos que hacer un viaje de más de 4000km en tren no es la forma más económica y aun mucho menos la más rápida de desplazarse. De hecho, entre las ciudades de Toronto y Vancouver hay varios vuelos diarios que duran unas tres horas y media y cuestan menos de 400€. Así que, si llegaste hasta aquí, ya doy por hecho que no sólo quieres desplazarte entre estas dos ciudades, sino que además buscas la esencia de un viaje mítico.

locomotoraTC

Siempre me gustó viajar en tren, y me quedé especialmente enganchado a este medio de transporte hace un año cuando hice un Interrail por Europa (y que compartí aquí en forma de diario de viaje y consejos); así que el siguiente paso era hacer un largo viaje de varios días (concretamente cuatro días), disfrutando del movimiento del vagón, el tiempo de ocio en la cabina, el encuentro con otros viajeros, las paradas en medio de la nada y, sobre todo, ver como cambia el paisaje a lo largo de los días.

O Transcanadiense nas Rocosas
El Transcanadiense en las Rocosas

NUESTRO VIAJE

Después de estar unos días en Toronto, y tras hacer una parada previa en las Azores, nuestra idea del viaje era cruzar Canadá hasta la costa Oeste, para estar allí un par de semanas conociendo la zona de Vancouver e Isla Vancouver y el estado de Washington en los Estados Unidos. Además, antes de llegar a la costa Oeste, queríamos detenernos al menos una semana en las Montañas Rocosas de Canadá, para disfrutar de los paisajes de sus Parques Nacionales. Y así hicimos al final, complementando todo esto con el Transcanadiense como cuento en esta entrada.

O vagón panorámico
El vagón panorámico

¿UNOS MOCHILEROS EN PRIMERA CLASE…ES POSIBLE?

Al día siguiente de llegar la Toronto, y aún sin tener claro cómo cruzar el país, decidimos echarle un vistazo a la web de la compañía de trenes canadiense (Viarail) para ver lo costaba el billete… pero la decepción fue enorme, ya que no bajaba de los 2000€ persona.

As vistas dende a cabina
Las vistas desde la cabina

Ya con el vistazo puesto en la opción de cruzar Canadá en avión o autobús (en los conocidos Greyhound) que nos permitían hacer el mismo desplazamiento por unos 400€, gracias a su insomnio mi pareja encontró esta página de ofertas para el billete del Transcanadiense, que permite hacer el mismo trayecto, y en unas fechas concretas, por un precio muy inferior al habitual (en nuestro caso, 525€ persona). Gracias a esto fue cómo nosotros, dos mochileros que viajan por libre, hicimos el viaje en este tren.

Parada no medio da nada
Parada en el medio de la nada

El TREN TRANSCANADIENSE

El Transcanadiense sale de la Union Station de Toronto a las 22h los martes y sábados con destino Vancouver, a dónde llegará tras algo más de cuatro días y casi 4500km. Para quién no esté dispuesto a hacer todo ese trayecto de una vez, también puede parar en las ciudades de Winnipeg y/o Jasper y estar allí unos días. Esta última opción fue la que escollimos nosotros, ya que hicimos escala en Jasper una semana para ver las Rocosas Canadienses.

LAS CLASES: SLEEPER PLUS O ECONOMY?

En el Transcanadiense hay dos tipos de clases bien diferenciadas. Por un lado la Sleeper Class, que viene a ser como la primera clase, y cuenta con cabinas privadas dobles o individuales, pensión completa, y acceso al vagón panorámico y distintas actividades como charlas de información turística o cata de vinos.

Cruzando as Rocosas
Cruzando las Rocosas

Por otro lado está la Economy Class, donde el viajero va en butaca reclinable y sin comidas incluidas. La diferencia de precio entre ellas es considerable, siendo la Sleeper Class tan cara que sólo es recomendable si tenemos la suerte de encontrar una buena oferta.

A taiga de Canadá dende o tren
La taiga de Canadá desde el tren

El VIAJE EN SLEEPER CLASS

Gracias a la suerte que tuvimos de encontrar un billete en esta clase a precio tan asequible, disfrutamos de viajar en tren desde Toronto a Jasper como nunca lo hicimos. El billete nos incluía una cabina individual para cada uno, cosa que preferimos mejor que una sola doble, ya que así tenemos más espacio. La cabina está bien equipada, ya que cuenta con un retrete, un pequeño lavabo plegable, luces, enchufes, ventilación y un asiento. En este vídeo podéis ver como son estas cabinas.

Si tiramos de una palanca que hay en uno de los laterales, ya tenemos una buena cama para dormir. Lo único malo de tener la cama desplegada es que nos impide usar el retrete, pero es que en tan poco espacio no se pueden pedir milagros. En este vídeo os muestro cómo es la cabina con la cama desplegada.

El equipamento de la cabina se complementa con una bolsa (la podéis ver en los vídeos colgada a un lado de la ventana) con toallas, champú, gel y pastillas de jabón. Hay duchas en cada vagón que son de uso común.

Corredor e ao final, as duchas
Pasillo y al final, las duchas

Viajar en Sleeper Class incluye tres comidas diarias: desayuno, comida y cena. Como no hay espacio en el vagón restaurante para todos, para cada una de ellas llaman en turnos que se escogen previamente. Yo recomiendo siempre el último turno, porque es el que más se adapta a nuestro horario peninsular y además no te apuran tanto para dar paso al turno siguiente.

A comida
La comida

En la comida te dan a escoger entre tres primeros, tres segundos y postre, y se puede considerar decente teniendo en cuenta cómo se come por Norteamérica. Lo único malo es que podía tener incluido bebidas alcólicas ligeras como una cerveza o un vaso de vino.

Polas Rocosas no Transcanadiense
Por las Rocosas en el Transcanadiense

Otra ventaja del Sleeper Class es la disponibilidad del vagón panorámico, que se agradece no sólo por las vistas, si no también por las actividades que se organizan en él como información turística o cata de vinos y cervezas.

Butacas de Economy Class
Butacas de Economy Class

El VIAJE EN ECONOMY CLASS

Muy a nuestro pesar, no encontramos oferta en la clase Sleeper Class para nuestro viaje entre Jasper y Vancouver, por lo que este trayecto tuvimos que hacerlo en Economy Class (en nuestro caso, 106€ persona). Aquí en vez de cabina personal y pensión completa el viaje se hace en una butaca abatible (eso sí, bastante cómoda) y tienes que llevar tu propia comida o comer pagando en el vagón restaurante.

Vistas dende o vagón panorámico
Vistas desde el vagón panorámico

Como el trayecto entre Jasper y Vancouver dura algo menos de un día al final sólo pasamos una noche en esta clase y la verdad es que dormimos bastante bien, ya que los canadienses son bastante respetuosos y no hubo apenas ruido en todo el vagón durante la noche.

A paisaxe dende a xanela
El paisaje desde la ventana

VIDA A BORDO DEL TRANSCANADIENSE

No hay nada que más me guste que viajar despacio y sin prisas. Y esto se cumple a bordo de este tren. Sin madrugar mucho si escogimos el último turno del desayuno, y después de un buen descanso (el movimiento del tren a mí me ayuda a dormir) la mañana va pasando entre contemplar el paisaje en el vagón panorámico y leer un libro en la cabina.

Al mediodía vuelta otra vez al vagón restaurante a compartir mesa con otros pasajeros (sientan cuatro pasajeros por mesa, y es común que los vayan variando cada vez), cosa que es fantástica para relacionarse con otros viajeros. El resto del día va pasando entre más lectura, ver el paisaje y las diferentes actividades en el vagón panorámico, donde además podemos tomarnos un café, fruta o unas galletas.

Paisaxe do interior de Canadá
Paisaje del interior de Canadá

 

Así van pasando los días a bordo, con descanso, lectura, conociendo gente y todo mientras ves cómo el paisaje va cambiando de la taiga de coníferas a las praderas del centro del país, continuando con las Montañas Rocosas y acabando con el bosque húmedo del Pacífico. Si por mí fuera, sin duda no me importaría que el viaje durara unos días más teniendo en cuenta lo que disfruto viajando así, sinceramente lo único que eché en falta fue alguna parada más durante el trayecto, ya que la única vez que pudimos bajar del tren durante un tiempo suficiente para turistear un poco fue en la ciudad de Winnipeg.

Winnipeg
Winnipeg

UN VIAJE ÚNICO…PARA LOS AMANTES DEL TREN

Claro está que si llegaste hasta este blog es porque disfrutas de viajar en tren. En este caso, estoy convencido de que ésta será para ti una experiencia única. Sin duda alguna, recomiendo que elijas la Sleeper Class…siempre que encuentres una buena oferta, así que paciencia… y mucha suerte!!

No vagón panorámico
En el vagón panorámico

Esto es todo! Y ya sabeis que como es habitual en este blog, si teneis alguna duda, quereis dejar aquí algún consejo más, o simplemente quereis comentar o compartir una experiencia vuestra similar, no dudeis en poner un comentario.

O TRANSCANADIENSE: CRUZAR CANADÁ EN TREN

Guía práctica dunha viaxe de Toronto a Vancouver no mítico tren Transcanadiense.

O Transcanadiense
O Transcanadiense

PORQUE EN TREN?

Todos sabemos que facer unha viaxe de máis de 4000km en tren non é a forma máis económica e aínda moito menos a máis rápida de desprazarse. De feito, entre as cidades de Toronto e Vancouver hai varios voos diarios que duran unhas tres horas e media e costan menos de 400€. Así que, se chegaches ate aquí, xa dou por feito que non só queres desprazarte entre estas dúas cidades, senón que ademais andas a buscar a esencia dunha viaxe mítica.

locomotoraTC

Sempre me gustou viaxar en tren, e quedeime especialmente enganchado a este medio de transporte fai un ano cando fixen un Interrail por Europa (e que compartín aquí en forma de diario de viaxe e consellos); así que o seguinte paso era facer unha longa viaxe de varios días (concretamente catro días), gozando do movemento dos vagóns, o tempo de lecer na cabina, o encontro con outros viaxeiros, as paradas no medio da nada e, sobre todo, ver como cambia a paisaxe ao longo dos días.

O Transcanadiense nas Rocosas
O Transcanadiense nas Rocosas

A NOSA VIAXE

Despois de estar uns días en Toronto, e tras facer unha parada previa nos Azores, a nosa idea da viaxe era cruzar Canadá ate a costa Oeste, para estar alí un par de semanas coñecendo a zona de Vancouver e Illa Vancouver e o estado de Washington nos Estados Unidos. Ademais, antes de chegar á costa Oeste, queríamos deternos ao menos unha semana nas Montañas Rocosas de Canadá, para gozar das paisaxes dos seus Parques Nacionais. E así fixemos ao final, complementando todo esto co Transcanadiense como conto nesta entrada.

O vagón panorámico
O vagón panorámico

UNS MOCHILEROS EN PRIMEIRA CLASE…É POSIBLE?

Ao día seguinte de chegar a Toronto, e aínda sen ter claro como cruzar o país, decidimos botarlle unha ollada á web da compañía de trens canadiense (Viarail) para ver o custe do billete… pero a decepción foi enorme, xa que non baixaba dos 2000€ persoa.

As vistas dende a cabina
As vistas dende a cabina

Xa coa ollada posta na opción de cruzar Canadá en avión ou autobús (nos coñecidos Greyhound) que nos permitían facer o mesmo desprazamento por uns 400€, gracias ao seu insomnio a miña parella atopou  esta páxina de ofertas para o billete do Transcanadiense, que permite facer o mesmo traxecto, e nunhas datas concretas, por un precio moi inferior ao habitual (no noso caso, 525€ persoa). Grazas a isto foi como nós, dous mochileros que viaxan por libre, fixemos a viaxe neste tren.

Parada no medio da nada
Parada no medio da nada

O TREN TRANSCANADIENSE

O Transcanadiense sae da Union Station de Toronto as 22h os martes e sábados con destino Vancouver, a onde chegará tras algo máis de catro días e case 4500km. Para o que non esté disposto a facer todo ese traxecto dunha vez, tamén se pode parar nas cidades de Winnipeg e/ou Jasper e estar alí uns días. Esta última opción foi a que escollimos nós, xa que fixemos escala en Jasper unha semana para ver as Rocosas Canadienses.

AS CLASES: SLEEPER PLUS OU ECONOMY?

No Transcanadiense hai dous tipos de clases ben diferenciadas. Por un lado a Sleeper Class, que ven a ser coma a primeira clase, e conta con cabinas privadas dobres ou individuais, pensión completa, e acceso ao vagón panorámico e distintas actividades como charlas de información turística ou cata de viños.

Cruzando as Rocosas
Cruzando as Rocosas

Por outro lado está a Economy Class, onde o viaxeiro vai en butaca reclinable e sen comidas incluídas. A diferenza de precio entre elas é considerable, sendo a Sleeper Class tan cara que só é recomendable se temos a sorte de atopar unha boa oferta.

A taiga de Canadá dende o tren
A taiga de Canadá dende o tren

A VIAXE EN SLEEPER CLASS

Gracias á sorte que tivemos de atopar un billete en esta clase a prezo tan asequible, gozamos de viaxar en tren desde Toronto á Jasper coma nunca o fixemos. O billete incluíanos una cabina individual para cada un, cousa que preferimos mellor que unha soa dobre, xa que así temos máis espazo. A cabina está ben equipada, xa que conta cun retrete, un pequeno lavabo plegable, luces, enchufes, ventilación e un asiento. Neste vídeo podedes ver como son estas cabinas.

Se tiramos dunha palanca que hai nun dos laterais, xa temos unha boa cama para durmir. O único malo de ter a cama desplegada é que nos impide usar o retrete, pero é que en tan pouco espazo non se poden pedir milagros. Neste vídeo os ensino como é a cabina coa cama desplegada.

O equipamento da cabina compleméntanse cunha bolsa (a podedes ver nos vídeos colgada ao carón da fiestra) con toallas, champú, xel e pastillas de xabrón. Hai duchas en cada vagón que son de uso común.

Corredor e ao final, as duchas
Corredor e ao final, as duchas

Viaxar en Sleeper Class inclúe tres comidas diarias: almorzo, xantar e cea. Como non hai espazo no vagón restaurante para todos, para cada unha delas chaman en turnos que se escollen previamente. Eu recomendo sempre o último turno, porque é o que máis se semella ao noso horario peninsular e ademáis non te apuran tanto para dar paso ao turno seguinte.

A comida
A comida

Na comida danche a escoller entre tres primeiros, tres segundos e sobremesa, e se pode considerar decente tendo en conta como se come por Norteamérica. O único malo é que ben podía vir incluido bebidas alcólicas lixeiras como unha cervexa ou un vaso de viño.

Polas Rocosas no Transcanadiense
Polas Rocosas no Transcanadiense

Outra vantaxe do Sleeper Class é a disponibilidade do vagón panorámico, que se agradece non só polas vistas, senon tamén polas actividades que se organizan nel como información turística ou cata de viños e cervezas.

Butacas de Economy Class
Butacas de Economy Class

A VIAXE EN ECONOMY CLASS

Moi ao noso pesar, non atopamos oferta na clase Sleeper Class para a nosa viaxe entre Jasper e Vancouver, polo que este traxecto tivemos que facelo en Economy Class (no noso caso,106€ persoa). Aquí en vez de cabina privada e pensión completa a viaxe se fai nunha butaca abatible (eso si, bastante cómoda) e tes que levar a tua propia comida ou xantar pagando no vagón restaurante.

Vistas dende o vagón panorámico
Vistas dende o vagón panorámico

Como o traxecto entre Jasper e Vancouver dura algo menos dun día ao final só pasamos unha noite nesta clase e a verdade é que durmimos bastante ben xa que os canadienses son bastante respetuosos e non houbo apenas ruido en todo o vagón durante a noite.

A paisaxe dende a xanela
A paisaxe dende a xanela

VIDA A BORDO DO TRANSCANADIENSE

Non hai nada que máis me guste que viaxar amodo e sen presas. E isto se cumple a bordo deste tren. Sen madrugar moito se escollemos o último turno do almorzo, e despois dun bo descanso (o movemento do tren a min axúdame durmir) a mañá vai pasando entre contemplar a paisaxe no vagón panorámico e ler un libro na cabina.

Ao mediodía volta outra vez ao vagón restaurante a compartir o xantar con outros pasaxeiros (sentan catro pasaxeiros por mesa, e é común que os vaian variando cada vez), cousa que é fantástica para relacionarse con outros viaxeiros. O resto do día vai pasando entre máis lectura, ver a paisaxe e as diferentes actividades no vagón panorámico, onde ademais podemos tomarnos un café, froita ou unhas galletas.

Paisaxe do interior de Canadá
Paisaxe do interior de Canadá

 

Así van pasando os días a bordo, con descanso, lectura, coñecendo xente e todo mentres ves como a paisaxe vai cambiando da taiga de coníferas ás pradeiras do centro do país, continuando coas Montañas Rocosas e rematando co bosque húmido do Pacífico. Se por min fose, sen dúbida non me importaría que a viaxe durase uns días máis tendo en conta o que gosto de viaxar así, sinceramente o único que botei en falla foi algunha paradiña durante o traxecto, xa que a única vez que pudimos baixar do tren durante un tempo suficiente para turistear un pouco foi na cidade de Winnipeg.

Winnipeg
Winnipeg

UNHA VIAXE ÚNICA…PARA OS AMANTES DO TREN

Está claro que se che chegaches ate este blog é porque gozas de viaxar en tren. Neste caso, estou convencido de que ésta será para ti unha experiencia única. Sen dúbida algunha, recomendo que escollas a Sleeper Class…sempre que atopes unha boa oferta, así que paciencia… e moita sorte!!

No vagón panorámico
No vagón panorámico

Isto é todo! E xa sabedes que como é habitual neste blog, se tedes algunha dúbida, queredes deixar aquí algún consello máis, ou simplemente queredes comentar ou compartir unha experiencia vosa similar, non dubidedes en poñer un comentario.

TORONTO Y CATARATAS DEL NIÁGARA

Consejos para visitar esta ciudad y uno de los mejores paisajes del mundo.

Toronto
Toronto

 

Cataratas do Niágara
Cataratas del Niágara

Aunque no es la capital, Toronto es la ciudad más poblada de Canadá y una de las grandes metrópolis del continente. Tal y como estamos acostumbrados a ver en las películas americanas, Toronto es una urbe moderna, con enormes rascacielos y calles en forma de cuadrícula salpicada de grandes avenidas. Debido a sus buenas comunicaciones con Europa y el propio país, ésta fue la ciudad que escogimos para iniciar y acabar nuestro viaje por Canadá que comento en ésta y posteriores entradas, así que comenzamos la visita a este interesante país con un paseo por Toronto y a uno de los lugares más turísticos del mundo: las Cataratas del Niágara. Y como es habitual en este blog, acabaré esta entrada con consejos prácticos como gastos, dónde dormir, dónde comer, etc…

Rañaceos e a CN Tower
Rascacielos y la CN Tower

LLEGADA A TORONTO Y CÓMO IR AL CENTRO DESDE EL AEROPUERTO

Antes de viajar a cualquier destino conviene estudiar bien las distintas aerolineas y posibles enlaces para encontrar la forma de llegar más económica. Después de mucho buscar, la forma más barata de entrar en Canadá fue a través de esta ciudad y utilizando las compañías Air Transat y la azoriana SATA. Nosotros nos decidimos por la segunda opción ya que, a igualdad de precio, nos permitía hacer escala en las Islas Azores, cosa que hicimos de muy buen gusto y que cuento en esta entrada de mi blog.  Además, pudimos ahorrar en desplazamiento al salir desde Oporto en lugar de Madrid, ya que somos de Compostela.

China Town
China Town

Una vez en el aeropuerto Lester B. Pearson de Toronto, la mejor forma de ir al centro es coger el bus número 192 Airport Rocket y enlazar con el metro en la estación de Kipling. Consta de un billete único que podemos comprar en el mismo bus por 3 dólares, siempre que tengamos el importe exacto.

O Toronto máis antigo
El Toronto más antiguo

PRIMER CONTACTO CON TORONTO

Si como nosotros es la primera vez que pisais el continente americano, es posible que tengais la misma sensación de estar familiarizados con el entorno a través de las películas que nos llegan de este continente. Las amplias avenidas, los coches grandes, los establecementos de comida rápida,…son muchas cosas que están lejos de nuestra cultura…y a su vez estamos tan acostumbrados. Lo primero que nos toca aprender es la forma de orientarnos; y la verdad es que no es difícil debido a las calles en forma de cuadrícula, siendo el eje de la ciudad la Younge Street, que va ser la que nos divida las calles que corta en este o oeste.

Toronto
Toronto

CÓMO MOVERSE

Toronto no tiene que ver mucho con el esquema de ciudades europeas con un centro bien diferenciado y turístico. Aquí las distancias son largas y conviene moverse en transporte público. La forma más fácil para desplazarse es el metro (cuesta 3 dólares el billete y hay que abonar el importe exacto) y nos permite ir a ciertas zonas de la ciudad de una forma rápida y segura. El problema del metro es que sólo dispone de dos lineas, por lo que para llegar a algunos lugares tenemos que complementar el  transporte con el bus.

Dundas Square
Dundas Square

QUÉ VER

Como muchas ciudades de Norteamérica, Toronto no cuenta con mucho más de 200 años de antigüedad, por lo que los edificios históricos son bastantes recientes y siguiendo la arquitectura contemporánea. Uno de sus lugares más visitados es la CN Tower, todo un símbolo de la ciudad, y que la podemos ver casi desde cualquier lugar. Cerca de esta torre, tenemos el barrio financiero con numerosos rascacielos, centros comerciales y modernas plazas como la de Dundas Square .

Casa Loma
Casa Loma

Si nos movemos hacia el interior de la ciudad, recomiendo visitar lugares como su Universidad o la Casa Loma, así como ver el ambiente en los concurridos barrios de la Pequeña ItaliaChinatown. Y si lo que nos gusta es ver museos, los más visitados son la Galería de Arte de Ontario y el Museo Real de Ontario, donde podemos ver una gran variedad de fósiles.

Illa Toronto
Isla toronto

Para alejarse un poco del ambiente urbano, se puede dar un paseo en el Toronto Islands Park, en las Islas de Toronto, un parque donde pasar una tarde paseando en las orillas del Lago Ontario.

Cataratas do Niágara
Cataratas del Niágara

LAS CATARATAS DEL NIÁGARA

Una vez en Toronto, sería un delito no hacer unos 200 km para ver las Cataratas del Niágara. Simplemente son espectaculares, y recomiendo completamente su visita. Nuestra idea era ir hasta allí alquilando un coche, y así de paso conocer un poco la zona a su alrededor, pero al final nos decidimos por utilizar el transporte público. Para ello, cogimos un tren desde Toronto hasta Burlington y después enlazamos hasta las cataratas (situadas en la ciudad de Niagara Falls) en bus, aunque pienso que si la visitais en fin de semana hay un tren directo sin necesidad de enlazar con bus. Una vez en Niagara Falls no hay más que coger un bus urbano (7 $, se puede usar todo el dia) para ir hasta las cataratas y allí disfrutar de las vistas.

Cataratas do Niágara
Cataratas del Niágara

 

GUIA PRÁCTICA DE TORONTO

Para que os sirva de ayuda para preparar el viaje, aquí os dejo algunas recomendaciones y costes de lo necesario para pasar unos días en Toronto.

· Dónde dormir:

Toronto es una ciudad bastante cara, aún así, encontramos habitaciones dobles bastante bien de precio:

  • The Parkway Place: 70$ (48€) noche con baño compartido y cocina. Está bien, pero sólo estuvimos una noche por estar bastante alejado del centro.
  • Courtyard Living Hostel: 80$ (55€) noche con baño compartido y cocina. No muy limpio y situado en un suburbio. Aún así estuvimos dos noches por estar bien de precio.
  • Madison Manor B&B and Pub: 90$ (61€) con baño privado y desayuno. El mejor sin duda, aunque si no está de oferta cuesta mucho más. Lo único malo es que te cobran una fianza que tardan en devolver.

Coche ecolóxico en China Town
Coche ecológico en China Town

· Dónde comer:

Si os gusta la comida rápida estais de suerte: por todas partes hay hamburgueserías, pizzerías, y establecimientos de este tipo. Si no también podeis comer en restaurantes italianos, chinos, mexicanos ou similares. Pongo ejemplos de lo que nos costaron algunas comidas:

  • Spaguetti y Ravioli en el mercado: 19$ (13€)
  • 2 Hotdogs en la calle: 6$ (4.2€)
  • 1 pizza en el PizzaHut: 14.2$ (10€)
  • Comida Tailandesa en el Thai Spress: 14$ (9.8€)
  • Comida consistente en el Templeton Cafe: 33$ (23€)
CN Tower
CN Tower

· Dónde beber:

Hay muchos tipos de locales para tomar algo en Toronto. Desde tipo Pub Irlandés hasta locales de diseño. De todas formas, el precio de la bebida es bastante cara, y una pinta de cerveza puede andar en torno a los 8$ (5.6€)

· Propinas

En Canadá se acostumbra a dejar propinas en los bares y restaurantes. Según pude comprobar, lo normal es dejar en torno al 10%, ya que una parte del sueldo del personal de servicio se complementa con este dinero. Cuando se paga con tarjeta de crédito, en muchos sitios el terminal ya te permite abonar la propina (tip) poniendo directamente el importe o con un porcentaje.

Cataratas do Niágara
Cataratas del Niágara

· Otros gastos:

  • Billete de metro: 3$ (hay que llevar el importe exacto) (2.1€)
  • Billete de tren más bus a las Cataratas del Niágara: 36$ (25€)
  • 2 donuts: 2$ (1.4€)
  • 1 Coca Cola en una máquina self-service: 2.5$ (1.7€)
  • Lavado y secado de ropa en una lavandería: 4.75$ (3.3€)
Cataratas do Niágara
Cataratas del Niágara

Esto es todo! Y ya sabeis que como es habitual en este blog, si teneis alguna duda, quereis dejar aquí algún consejo más, o simplemente quereis comentar o compartir una experiencia vuestra similar, no dudeis en poner un comentario.

TORONTO E CATARATAS DO NIÁGARA

Consellos para visitar esta cidade e unhas das mellores paisaxes do mundo.

Toronto
Toronto

 

Cataratas do Niágara
Cataratas do Niágara

Ainda que non é a capital, Toronto é a cidade máis poboada de Canadá e unha das grandes metrópolis do continente. Tal e como estamos acostumados a ver nas películas americanas, Toronto é unha urbe moderna, con enomes rañaceos e unha chea de ruas en forma de cuadrícula salpicada de grandes avenidas. Debido as súas boas comunicacións con Europa e o propio país, esta foi a cidade que escollimos para iniciar e rematar a nosa viaxe por Canadá que comento en esta e posteriores entradas, así que comenzamos a visita a este interesante país cun paseo por Toronto e a un dos lugares máis turísticos do mundo: as Cataratas do Niágara. E como é habitual neste blog, rematarei esta entrada con consellos prácticos como gastos, onde durmir, onde comer, etc…

Rañaceos e a CN Tower
Rañaceos e a CN Tower

CHEGADA A TORONTO E COMO IR AO CENTRO DENDE O AEROPORTO

Antes de viaxar a calquer destino convén estudar ben as distintas aeroliñas e posibles enlaces para atopar a forma de chegar máis económica. Despois de moito buscar, a forma máis barata de entrar en Canadá foi a través desta cidade e utilizando as compañías Air Transat e a azoriana SATA. Nós decidímonos pola segunda opción xa que, a igualdade de prezo, permitíanos facer escala nas Illas Azores, cousa que fixemos de moi bo gusto é que conto nesta entrada do blog. Ademáis, pudemos aforrar en desprazamento ao salir desde Porto en lugar de Madrid, xa que somos de Compostela.

China Town
China Town

Unha vez no aeroporto Lester B. Pearson de Toronto, a mellor forma de ir ao centro é coller o bus número 192 Airport Rocket e enlazar co metro na estación de Kipling. Consta dun billete único que podemos comprar no mesmo bus por 3 dólares, sempre que teñamos o importe exacto.

O Toronto máis antigo
O Toronto máis antigo

PRIMEIRO CONTACTO CON TORONTO

Se como nós é a primeira vez que pisades o continente americano, é posible que teñades a mesma sensación de estar familiarizados co entorno a través das películas que nos chegan de este continente. As amplas avenidas, os coches grandes, os establecementos de comida rápida,…son moitas cousas que están lonxe da nosa cultura…e a súa vez estamos tan acostumados. O primeiro que nos toca aprender é a forma de orientarnos; e a verdade é que non é difícil debido as rúas en forma de cuadrícula, sendo o eixo da cidade a Younge Street, que vai ser a que nos divida as rúas que corta en leste ou oeste.

Toronto
Toronto

COMO MOVERSE

Toronto non ten que ver moito co esquema de cidades europeas con un centro ben diferenciado e turístico. Aquí as distancias son longas e convén moverse en transporte público. A forma máis doada para desplazarse é o metro (costa 3 dólares o billete e hai que abonar o importe exacto) e nos permite ir a certas zonas da cidade dunha forma rápida e segura. O problema do metro é que só dispón de dúas liñas, polo que para chegar a algúns lugares temos que complementar o transporte co bus.

Dundas Square
Dundas Square

QUE VER

Como moitas cidades de Norteamérica, Toronto non conta con moito máis de 200 anos de antigüedade, polo que os edificios históricos son bastantes recentes e seguindo a arquitectura contemporánea. Un dos seus lugares máis visitados é a CN Tower, todo un símbolo da cidade, e que a podemos ver case desde calquera lugar. Preto desta torre, temos o barrio financieiro con numerosos rañaceos, centros comerciais e modernas prazas como a de Dundas Square .

Casa Loma
Casa Loma

Se nos movemos hacia o interior da cidade, recomendo visitar lugares como a sua universidade ou a Casa Loma, así como ver o ambiente nos concurridos barrios da Pequena Italia ou Chinatown. E se o que nos gusta é ver museos, os máis visitados son a Galeria de Arte de Ontario e o Museo Real de Ontario, donde podemos ver unha grande variedade de fósiles.

Illa Toronto
Illa toronto

Para alonxarse un pouco do ambiente urbano, se pode dar un paseíño no Toronto Islands Park, nas Illas de Toronto, un parque onde pasar unha tarde paseando ás beiras do Lago Ontario.

Cataratas do Niágara
Cataratas do Niágara

AS CATARATAS DO NIÁGARA

Unha vez en Toronto, sería un delito non facer uns 200 km para ver as Cataratas do Niágara. Simplemente son espectaculares, e recomendo completamente a sua visita. A nosa idea era ir ate alí alugando un coche, e así de paso coñecer un pouco a zona ao seu redor, mais ao final decidímonos por utilizar o transporte público. Para elo, collimos un tren dende Toronto ate Burlington e despois enlazamos ate as cataratas (situadas na cidade de Niagara Falls) en bus, aínda que penso que se a visitades en fin de semana hai un tren directo sen necesidade de enlazar co bus. Unha vez en Niagara Falls non hai máis que coller un bus urbano (7 $, pódese usar todo o dia) para ir ate as cataratas e alí gozar das vistas.

Cataratas do Niágara
Cataratas do Niágara

 

GUIA PRÁCTICA DE TORONTO

Para que vos sirva de axuda ao facer o presuposto da viaxe, aquí vos deixo algunhas recomendacións e costes do necesario para pasar uns días en Toronto.

· Onde durmir:

Toronto é unha cidade bastante cara, aínda así, atopamos habitacións dobles bastante ben de prezo:

  • The Parkway Place: 70$ (48€) noite con baño compartido e cociña. Está ben, pero só estivemos unha noite por estar bastante alonxado do centro.
  • Courtyard Living Hostel: 80$ (55€) noite con baño compartido e cociña. Non moi limpo e situado nun suburbio. Aínda así estivemos duas noites por estar ben de prezo.
  • Madison Manor B&B and Pub: 90$ (61€) con baño privado e almorzo. O mellor sen dúbida, aínda que se non está de oferta costa moito máis. O único malo é que te cobran unha fianza que tardan en devolver.

Coche ecolóxico en China Town
Coche ecolóxico en China Town

· Onde comer:

Se vos gusta a comida rápida estades de sorte: por todas partes hai hamburgueserías, pizzerías, e establecementos deste tipo. Senón tamén podedes comer en restaurantes italianos, chinos, mexicanos ou similares. Poño exemplos do que nos costaron algunhas comidas:

  • Spaguetti e Ravioli no mercado: 19$ (13€)
  • 2 Hotdogs na rúa: 6$ (4.2€)
  • 1 pizza no PizzaHut: 14.2$ (10€)
  • Comida Tailandesa no Thai Spress: 14$ (9.8€)
  • Comida consistente no Templeton Cafe: 33$ (23€)
CN Tower
CN Tower

· Onde beber:

Hai moitos tipos de locales para tomar algo en Toronto. Desde tipo Pub Irlandés ate locales de deseño. De todos os xeitos, o precio da bebida é bastante cara, e unha pinta de cerveza pode andar en torno aos 8$ (5.6€)

· Propinas

En Canadá acostúmase a deixar propinas nos bares e restaurantes. Segundo puden comprobar, o normal é deixar en torno o 10%, xa que unha parte do soldo do persoal de servizo compleméntase con estes cartos. Cando se paga con tarxeta de crédito, en moitos sitios o terminal xa te permite abonar a propina (Tip) poñendo directamente o importe ou cun porcentaxe.

Cataratas do Niágara
Cataratas do Niágara

· Outros gastos:

  • Billete de metro: 3$ (hai que levar o importe exacto) (2.1€)
  • Billete de tren mais bus ás Cataratas do Niágara: 36$ (25€)
  • 2 donuts: 2$ (1.4€)
  • 1 Coca Cola nunha máquina self-service: 2.5$ (1.7€)
  • Lavado e secado de roupa nunha lavandería: 4.75$ (3.3€)
Cataratas do Niágara
Cataratas do Niágara

Isto é todo! E xa sabedes que como é habitual neste blog, se tedes algunha dúbida, queredes deixar aquí algún consello máis, ou simplemente queredes comentar ou compartir unha experiencia vosa similar, non dubidedes en poñer un comentario.

UNA PARADA EN AZORES: LA ISLA DE SAN MIGUEL

Consejos para hacer un recorrido por libre en un paraiso en medio del Atlántico

Lagoa das Sete Cidades
Lagoa das Sete Cidades

Aunque parezca mentira, con sólo 90km de largo,15 km de ancho y poco más de 100.000 habitantes, la Isla de San Miguel acumula muchos lugares de interés. De hecho, nosotros decidimos dedicarle sólo tres días a esta isla y sin duda nos quedamos cortos. Es todo un ejemplo de un pequeño espacio con mucho que hacer. En esta nueva entrada, comparto con vosotros consejos para visitar por libre esta hermosa isla.

plantacion de té de Porto Formoso
Plantacion de té de Porto Formoso

VOLAR EN LA SATA: UNA FORMA ECONÓMICA DE LLEGAR A AZORES

Ponta Delgada es la ciudad más grande de la isla y de todo Azores, y en ella está el mayor aeropuerto del archipiélago. De hecho, nosotros llegamos a su aeropuerto en un vuelo directo desde Oporto con la compañía azoriana SATA, que conecta diariamente Azores con Lisboa y Oporto, así como con Boston y Toronto, ya al otro lado del Atlántico. Es una compañía a tener en cuenta por su bajo coste (fuera de temporada alta podemos visitar esta isla por menos de 200€) y por sus conexiones económicas con el continente americano; de hecho es la compañía que utilizamos para desplazarnos hasta Canadá en el viaje que contaré en posteriores entradas.

Furnas
Furnas

COMO IR DEL AEROPUERTO A PONTA DELGADA

Una vez en el aeropuerto, la forma más lógica de llegar al centro de la ciudad es el taxi. Tiene un precio único de 10€, que considero bastante razonable, sobre todo teniendo en cuenta que no hay otro transporte público disponible como bus urbano. Los únicos autobuses que vimos en el aeropuerto son de transporte colectivo de hoteles, que tenían un coste por persona mayor que el taxi, por lo que lo descartamos al momento.

Ponta Delgada
Ponta Delgada

PONTA DELGADA: LA CAPITAL

Ponta Delgada es la población más grande de la isla y cuenta con apenas unos 70.000 habitantes, lo que hace de ella una localidad tranquila. Su vida gira alrededor del tránsito de su puerto y del turismo; de hecho es aquí donde encontramos el mayor número de hoteles, restaurantes y otros servicios necesarios para el viajero.

Igreja Matriz de Ponta Delgada
Igreja Matriz de Ponta Delgada

En Ponta Delgada tenemos también varios lugares de interés. Entre las numerosas iglesias destaca la de Nossa Senhora da Esperança, donde se guarda el Santo Cristo dos Milagres, un santo con gran devoción en la isla y al que se le dedican las mayores fiestas de la capital. Aparte de las iglesias, podemos visitar también otros lugares como la Porta da Cidade, el Forte de Sao Brás o la Torre Sineira donde hay unas buenas vistas de la ciudad.

A Illa de San Miguel en coche
La Isla de San Miguel en coche

 

UNA VUELTA POR LA ISLA

Aunque pasear por Ponta Delgada es un placer, lo más espectacular de la isla son sin duda sus paisajes, así que os recomiendo alquilar un coche y hacer una ruta por la carretera que la rodea. Comenzando en la capital, y si salimos por la carretera dirección oeste, nos dirigimos a una de las primeras joyas de la isla: La Lagoa das Sete Cidades y su mirador. A poca distancia (aquí todo está cerca) y de vuelta a la costa, llegamos a Punta da Ferraria, el punto más occidental de la isla con su faro y las curiosas piscinas calientes naturales que aprovechan el calor del interior de la tierra.

Ponta da Ferraría
Ponta da Ferraría

 

Ya de vuelta en la ER1, la carretera que rodea la isla, nos dirigimos ahora en dirección este a la altura de Ponta da Bretanha y continuamos hasta Ribeira Grande, otra importante localidad donde recomiendo parar un rato y aproximarse a la Ponta do Cintrao.

Costa Norte
Costa Norte

Si seguimos rodeando la isla, y poco después de Ribeira Grande, pasamos por la plantación de té de Porto Formoso, donde de forma totalmente gratuita nos ofrecen una visita guiada del proceso de elaboración del té así como una degustación del mismo.

Chá de Porto Formoso
Chá de Porto Formoso

Dependiendo del tiempo disponible, aconsejaría continuar la ruta hacia la parte más al este de la isla, hasta lugares como la Ponta da Madrugada. Si por lo contrario el viajante se conforma (o no le queda más remedio) que ver los puntos más turísticos, seguirá hacia el interior hacia la localidad de Furnas, donde puede tomar un baño termal. Cerca de aquí está también la Lagoa das Furnas y sus “géiseres”, que son utilizados incluso para cocinar el famoso Cocido das Furnas. No muy lejos, y si las nubes lo permiten, si nos acercamos al Miradoiro do Salto do Cabalo, disfrutaremos de unas vistas impresionantes.

Furnas
Furnas

De vuelta de nuevo a Ponta Delgada es imprescindible detenerse también en la Lagoa do Fogo, aunque en este caso para tener una buena vista de la misma vamos necesitar también que las nubes no nos oculten el paisaje.

 

Esta ruta en coche alrededor de la isla nos llevó dos días, aunque recomiendo si fuese posible, dedicarle por lo menos un par de días más para poder visitar más localidades y disfrutar de la calma con que vive la gente en estes lugares. Recomiendo parar en algún bar que encontremos por el camino para interaccionar con la gente local así como dormir en alguna casa rural perdida por la isla (esto último nos quedó pendiente para otra ocasión).

Furnas dende o Salto do Cabalo
Furnas desde el Salto do Cabalo

GUIA PRÁCTICA Y RECOMENDACIONES

Dónde dormir: Nosotros nos alojamos todos los dias en el Marina Lounge Hostel en Ponta Delgada, y fue sin duda un gran acierto. Lo recomiendo por todo: profesionalidad, diseño, precio…y sobre todo por el trato de sus propietários Lino y António.

Dónde comer: Como el hostel donde nos alojamos tenía cocina la verdad es que no fuimos comer mucho por ahí. Sólo cenamos fuera una noche, concretamente en el Restaurante A Tasca en Ponta Delgada, y fue una muy buena elección.

Dónde alquilar coche: Nosotros lo hicimos con la empresa Euraçor, por recomendación de los propietarios del hostel. Buen precio y sin ningún problema.

Idioma: Aunque el idioma oficial es el portugués, este portugués azoriano es bastante difícil de entender, especialmente en zonas rurales.

Furnas
Furnas

Precios: Se puede decir que está más o menos al mismo nivel que el Portugal continental, por lo que no se puede considerar un destino caro. Como ejemplo, aquí dejo lo que cuestan muchas cosas que puede necesitar un viajero para que podais hacer un presupuesto:

Dormir: Habitación doble con desayuno y cocina (Marina Longe Hostel) 46€ noche

Cena en el restaurante A Tasca de Ponta Delgada: 27,40€ dos personas

Alquiler de coche pequeño en la empresa Euroaçor: 75€ dos días seguro incluído

Una caña de cerveza: muy variable, entre 50 céntimos a 1.5€ según el sitio

Un bolo de pan lévedo azoriano: 2.30€

Lagoa do Fogo
Lagoa do Fogo

Esto es todo! Y ya sabeis que como es habitual en este blog, si teneis alguna duda, quereis dejar aquí algún consejo más, o simplemente quereis comentar o compartir una experiencia vuestra similar, non dudeis en poner un comentario.

UNHA PARADA NOS AZORES: A ILLA DE SAN MIGUEL

Consellos para facer un percorrido por libre nun paraiso no medio do Atlántico

Lagoa das Sete Cidades
Lagoa das Sete Cidades

Ainda que pareza mentira, con só 90km de longo,15 km de ancho e pouco mais de 100.000 habitantes, na Illa de San Miguel acumúlanse moitos lugares de interese. De feito, nós decidimos dedicarlle só tres días a esta illa e sen dúbida quedámonos cortos. É todo un exemplo dun pequeno espazo con moito que facer. Nesta nova entrada, comparto con vos consellos para visitar por libre esta fermosa illa.

plantacion de té de Porto Formoso
Plantacion de té de Porto Formoso

VOAR NA SATA: UNHA FORMA ECONÓMICA DE CHEGAR AOS AZORES

Ponta Delgada é a cidade máis grande da Illa e de todo os Azores, e nela está o maior aeroporto do arquipélago. De feito, nós chegamos ao seu aeroporto nun voo directo desde Porto coa compañía azoriana SATA, que conecta diariamente os Azores con Lisboa e Porto, así como con Boston e Toronto, xa ao outro lado do Atlántico. É unha compañía a ter en conta polo seu baixo coste (fora da temporada alta podemos visitar esta illa por menos de 200€) e polas súas conexións económicas co continente americano, de feito é a compañía que utilizamos para desprazarnos ate Canadá na viaxe que contarei en posteriores entradas.

Furnas
Furnas

COMO IR DO AEROPORTO A PONTA DELGADA

Unha vez no aeroporto, a forma máis lóxica de chegar ao centro da cidade é o taxi. Ten un prezo único de 10€, que considero bastante razonable, sobre todo tendo en conta que non hai outro transporte público disponible coma bus urbano. Os únicos autobuses que vimos no aeroporto son de transporte colectivo de hoteis, que tiñan un coste por persoa maior que o taxi, polo que o descartamos ao momento.

Ponta Delgada
Ponta Delgada

PONTA DELGADA: A CAPITAL

Ponta Delgada é a poboación máis grande da illa e conta con apenas uns 70.000 habitantes, o que fai dela unha localidade tranquila. A súa vida xira ao redor do tránsito do seu porto e do turismo; de feito é aquí onde encontramos o maior número de hoteis, restaurantes e outros servizos necesarios para o viaxeiro.

Igreja Matriz de Ponta Delgada
Igreja Matriz de Ponta Delgada

En Ponta Delgada temos tamén varios lugares de interese. Entre as numerosas igrexas destaca a da Nossa Senhora da Esperança, onde se garda o Santo Cristo dos Milagres, un santo con gran devoción na illa e ao que se lle dedican as maiores festas da capital. Aparte das igrexas, podemos visitar tamén outros lugares como a porta da cidade, o Forte de Sao Brás ou a Torre Sineira onde hai unhas boas vistas da cidade.

A Illa de San Miguel en coche
A Illa de San Miguel en coche

 

UNHA VOLTA POLA ILLA

Ainda que pasear por Ponta Delgada é un pracer, o máis espectacular da illa son sen dúbida as súas paisaxes, así que vos recomendo alugar un coche e facer unha ruta pola estrada que a rodea. Comezando na capital, e se saímos pola estrada dirección oeste, dirixímonos a unha das primeiras xoias da illa: A Lagoa das Sete Cidades e o seu miradoiro. A pouca distancia (aqui todo está preto) e de volta á costa, chegamos a Punta da Ferraria, o punto máis occidental da illa co seu faro e as curiosas piscinas quentes naturais que aproveitan a calor do interior da terra.

Ponta da Ferraría
Ponta da Ferraría

 

Xa de volta na ER1, a estrada que rodea a illa, dirixímonos agora en dirección este á altura da Ponta da Bretanha e continuamos ate Ribeira Grande, outra importante localidade onde recomendo parar un rato e aproximarse á Ponta do Cintrao.

Costa Norte
Costa Norte

Se seguimos rodeando a illa, e pouco despois de Ribeira Grande, pasamos pola plantación de té de Porto Formoso, onde de forma totalmente gratuita nos ofrecen unha visita guiada do proceso de elaboración do té así como unha desgustación do mesmo.

Chá de Porto Formoso
Chá de Porto Formoso

Dependendo do tempo dispoñible, aconsellaría continuar a ruta hacia a parte máis ao leste da illa, ate lugares como a Ponta da Madrugada. Se polo contrario o viaxante confórmase (ou non lle queda máis remedio) que ver os pontos máis turísticos, seguirá hacia ó interior hacia a localidade de Furnas, onde pode tomar un baño termal. Preto de aquí está tamén a Lagoa das Furnas e os seus “géiseres”, que son utilizados mesmo para cociñar o famoso Cocido das Furnas. Non moi lonxe, e se as nubes o permiten, se nos acercamos ao Miradoiro do Salto do Cabalo, gozaremos dunhas vistas impresionantes.

Furnas
Furnas

De volta de novo á Ponta Delgada é imprescindible deterse tamén na Lagoa do Fogo, aínda que neste caso para ter unha boa vista da mesma imos necesitar tamén que as nubes non nos oculten a paisaxe.

 

Esta ruta en coche ao redor da illa levounos dous días, ainda que recomendo se fose posible, dedicarlle polo menos un par de días máis para poder visitar máis localidades e gozar da calma con que vive a xente nestes lugares. Recomendo parar nalgún bar que atopemos polo camiño para interaccionar coa xente local así como dormir nalgunha casa rural perdida pola illa (esto último quedounos pendente para outra ocasión).

Furnas dende o Salto do Cabalo
Furnas dende o Salto do Cabalo

GUIA PRÁCTICA E RECOMENDACIÓNS

Onde dormir: Nos aloxámos todos os dias no Marina Lounge Hostel en Ponta Delgada, e foi sen dúbida un gran acerto. Recoméndoo por todo: profesionalidade, deseño, prezo…e sobre todo o trato dos seus propietários Lino e António.

Onde comer: Como o hostel onde nos aloxamos tiña cociña a verdade é que non fomos comer moito por ahí. Só ceamos fora unha noite, concretamente no Restaurante A Tasca, e foi unha moi boa elección.

Onde alugar coche: Nós fixémolo coa empresa Euraçor, por recomendación dos propietarios do hostel. Bo prezo e sen nengún problema.

Idioma: Ainda que o idioma oficial é o portugués, este portugués azoriano é bastante difícil de entender, especialmente nas zonas rurais.

Furnas
Furnas

Precios: Se pode decir que está máis ou menos ao mesmo nivel que o Portugal continental, polo que non se pode considerar un destino caro. Como exemplo, aquí deixo o que costan moitas cousas que pode necesitar un viaxeiro para que podades facer un presuposto:

Dormir: Habitación doble con almorzo e cociña (Marina Longe Hostel) 46€ noite

Cea no restaurante A Tasca de Ponta Delgada: 27,40€ duas persoas

Aluguer de coche pequeno na empresa Euroaçor: 75€ dous días seguro incluído

Unha caña de cerveza: moi variable, entre 50 centimos a 1.5€ segundo o sitio

Un bolo de pan lévedo azoriano: 2.30€

Lagoa do Fogo
Lagoa do Fogo

Isto é todo! E xa sabedes que como é habitual neste blog, se tedes algunha dúbida, queredes deixar aquí algún consello máis, ou simplemente queredes comentar ou compartir unha experiencia vosa similar, non dubidedes en poñer un comentario.